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	<title>Edward Luiz Ayres d'Abreu</title>
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		<title>Dos cartazes do PS (e não só)</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 14:56:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tenho acompanhado com estupefacção a tragicómica telenovela que tem sido o caso (ou os vários casos&#8230;) dos cartazes do PS da campanha política que ora se desenvolve em Portugal. Não poderia deixar de recomendar, a propósito, a visita à temporária your body is my body que estará aberta até 27 de Setembro no Museu Colecção Berardo, Centro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho acompanhado com estupefacção a tragicómica telenovela que tem sido o caso (<a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/por-um-punhado-de-cartazes-1704555" target="_blank">ou os vários casos&#8230;</a>) dos cartazes do PS da campanha política que ora se desenvolve em Portugal. Não poderia deixar de recomendar, a propósito, a visita à temporária<a href="http://pt.museuberardo.pt/exposicoes/your-body-my-body-o-teu-corpo-e-o-meu-corpo" target="_blank"><em> your body is my body</em></a> que estará aberta até 27 de Setembro no Museu Colecção Berardo, Centro Cultural de Belém. O abismo de qualidade gráfica, conceptual, experimental, entre os cartazes que podemos apreciar na exposição (datados de entre os anos 30 e 80) e os que os partidos políticos nos oferecem nos dias de hoje é confrangedor — senão mesmo doloroso. O que se passou entretanto? O que se está a passar? Eis aqui mais um assunto para reflexão urgente que se cruza, de forma particularmente sensível, com a discussão sobre os caminhos e sentidos artísticos da nossa contemporaneidade e com a tão por vezes cega contemplação de uma supostamente democrática qualificação artística e intelectual da nossa sociedade, em especial das mais novas gerações de cidadãos.</p>
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		<title>Chagall esplendoroso</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 14:13:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imperdível: encontra-se temporariamente no CCB (Colecção Berardo) uma esplendorosa tela de Marc Chagall concebida para a &#8216;Die Zauberflöte&#8217; que inaugurou o Met!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Imperdível: encontra-se temporariamente no CCB (Colecção Berardo) uma esplendorosa tela de Marc Chagall concebida para a &#8216;Die Zauberflöte&#8217; que inaugurou o Met!</p>
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		<title>Danças e contradanças</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 14:15:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[Um meu artigo sobre a relação entre Ruy Coelho e Almada Negreiros foi publicado na &#8216;Revista de História da Arte&#8217; (pp. 111-124). A ler aqui.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um meu artigo sobre a relação entre Ruy Coelho e Almada Negreiros foi publicado na &#8216;Revista de História da Arte&#8217; (pp. 111-124). A ler <a href="http://revistaharte.fcsh.unl.pt/rhaw2/RHAw2.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Nova Águia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2015 14:21:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já tenho em mãos este belo número da revista &#8216;Nova Águia&#8217;, para o qual tive o prazer de escrever o artigo &#8220;Ruy Coelho e a geração d&#8217;Orpheu&#8221; (pp. 64-71). Edições Zéfiro (http://www.zefiro.pt/).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já tenho em mãos este belo número da revista &#8216;Nova Águia&#8217;, para o qual tive o prazer de escrever o artigo &#8220;Ruy Coelho e a geração d&#8217;Orpheu&#8221; (pp. 64-71). Edições Zéfiro (<a href="http://www.zefiro.pt/" target="_blank" rel="nofollow nofollow">http://www.zefiro.pt/</a>).</p>
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		<title>Raul Lino e a Música</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 14:26:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[É este o título da palestra que apresento no próximo Domingo, 10 de Maio, pelas 16h30, na Quinta da Ribafria, em Sintra. A palestra está integrada na programação da 50.ª edição do Festival de Sintra. Venez nombreux!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É este o título da palestra que apresento no próximo Domingo, 10 de Maio, pelas 16h30, na Quinta da Ribafria, em Sintra. A palestra está integrada na programação da 50.ª edição do Festival de Sintra. Venez nombreux!</p>
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		<title>Relatos salvajes</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 14:09:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[a propósito]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de Um conto chinês, que vi em Paris, este filme que acabo de ver agora em S. Paulo volta a confirmar-me, com redobrado espanto, a excelência do cinema argentino. Incrível como consegue ser tão &#8216;intelectualmente desafiante&#8217; quanto &#8216;comercial&#8217;. E assumo ambas as expressões no melhor sentido dos termos. Recomendo vivamente aos amigos brasileiros; e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span id="fbPhotoSnowliftCaption" class="fbPhotosPhotoCaption" tabindex="0" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}"><span class="hasCaption">Depois de <em>Um conto chinês</em>, que vi em Paris, este filme que acabo de ver agora em S. Paulo volta a confirmar-me, com redobrado espanto, a excelência do cinema argentino. Incrível como consegue ser tão &#8216;intelectualmente desafiante&#8217; quanto &#8216;comercial&#8217;. E assumo ambas as expressões no melhor sentido dos termos. Recomendo vivamente aos amigos brasileiros; e oxalá chegue também às salas portuguesas&#8230;</span></span></p>
<p><span class="fbPhotosPhotoCaption" style="outline: none; display: inline; width: auto; font-size: 13px; line-height: 18px; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif;" tabindex="0" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}"><span class="hasCaption"> </span></span></p>
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		<title>A música dos bairros de Lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2014 14:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[edward]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[« [&#8230;] A temperatura que tem pairado sobre a nossa capital tem concorrido para que as janellas dos predios de Lisboa se abram á noite, e assim as casas illuminadas dão um aspecto festivo á cidade. Já é um beneficio que o calor nos traz, para tirar Lisboa do aspecto sepulchral em que jaz quasi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>« [&#8230;] A temperatura que tem pairado sobre a nossa capital tem concorrido para que as janellas dos predios de Lisboa se abram á noite, e assim as casas illuminadas dão um aspecto festivo á cidade. Já é um beneficio que o calor nos traz, para tirar Lisboa do aspecto sepulchral em que jaz quasi sempre. [&#8230;] [Resolvemos] por essas noites de calor darmos diversos passeios por alguns bairros da nossa<span class="text_exposed_show"> capital, para estudarmos se poderiamos concluir se haveria alguma ligação entre os habitantes d&#8217;esses bairros e as musicas executadas. [&#8230;] Começamos pela Baixa, rua dos Fanqueiros, Prata, Augusta, Aurea, [e] pouca musica ouvimos, a não ser umas insignificantes valsas corriqueiras [&#8230;] onde corria animado um salsifré ameno. Já nas ruas transversaes, ouvimos algumas phantasias da &#8216;Norma&#8217;, &#8216;Traviata&#8217;, e muito da &#8216;Tosca&#8217; e &#8216;Bohème&#8217;, d&#8217;estas a romanza do 3.º acto e a valsa do 2.º. Rua Nova do Almada, Carmo e Chiado, ouvimos algumas valsas de Berger, Walteufel, e uma phantasia da &#8216;Gioconda&#8217;, por signal muito mal feita! Na generalidade pela Baixa os pianos não são bons, sons aguitarrados e outros desafinados. Esquecia-me de dizer que na rua dos Retrozeiros ha alli uma menina que conhece todas as musicas das revistas do anno, que praga!</span></p>
<p>Entremos na Avenida da Liberdade e avenidas novas. A musica já tem um outro aspecto. [&#8230;] [Ouvimos] já um nocturno de Chopin, uma phantasia bailado da Chaminade, outra vez a &#8216;Tosca&#8217; e mais a &#8216;Fedora&#8217;, &#8216;Rigoletto&#8217;, &#8216;Lucia&#8217;, e todas as operettas modernas [&#8230;].</p>
<p>Na Avenida Fontes Pereira de Mello, ouvimos bastante Grieg, Sinding e uns trechos da &#8216;Walkiria&#8217;!!! Só ouvimos Beethoven na rua Castilho [&#8230;].</p>
<p>É o bairro da Lapa, talvez por ser o mais tranquillo, em que a musica soffre um culto mais transcendente. Não só o piano tem um lugar de destaque como os instrumentos de corda. Ouvimos Bach, Mozart, Beethoven, Mendelssohn, Schubert, Schumann, Grieg, Chopin, Paderewski, Debussy, fados de Rey-Colaço, obras de Vianna da Motta, e quasi toda a obra de Wagner! Não nos devemos esquecer que ouvimos a dança da &#8216;Salomé&#8217; de Strauss e uma obra de Saint-Saëns [&#8230;].</p>
<p>Não fomos a Alfama, nem ao bairro de Alcantara, no primeiro predominará decerto o fado, e no segundo as meninas executarão naturalmente as inspiradas musicas ouvidas nos theatros da feira. [&#8230;]</p>
<p>[O] piano segue sempre na sua senda de infelicidade; pois ouvi muita obra musical verdadeiramente assassinada! [&#8230;] »</p>
<p>&#8220;A musica e os bairros de Lisboa — Uns passeios nocturnos — O piano sempre infeliz&#8221;, Alfredo Pinto (Sacavém), 1913</p>
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		<title>Nomes próprios&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 14:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[edward]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dez melhores nomes próprios de alunos do Real Conservatório de Lisboa (por volta de 1909-1910), que encontrei consultando os arquivos do Ministério da Educação e Ciência: 1. Feldegundes 2. Verdianna 3. Rossini 4. Briolanja 5. Petronilha 6. Pradelina 7. Capitolina 8. Merandolina 9. Lubília 10. Rahyra Que tal?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os dez melhores nomes próprios de alunos do Real Conservatório de Lisboa (por volta de 1909-1910), que encontrei consultando os arquivos do Ministério da Educação e Ciência:</p>
<p>1. Feldegundes<br />
2. Verdianna<br />
3. Rossini<span class="text_exposed_show"><br />
4. Briolanja<br />
5. Petronilha<br />
6. Pradelina<br />
7. Capitolina<br />
8. Merandolina<br />
9. Lubília<br />
10. Rahyra</p>
<p>Que tal?</span></p>
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		<title>a propósito da 10.ª Glosas</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Feb 2014 12:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[edward]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[a propósito]]></category>

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		<description><![CDATA[Na casa do compositor Cândido Lima (a propósito da Glosas n.º10), em Dezembro de 2013: uma visita verdadeiramente inspiradora! [fotografia de Tatiana Bina]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na casa do compositor Cândido Lima (a propósito da <em><a href="https://www.facebook.com/revistaglosas" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=194916187285315&amp;extragetparams=%7B%22directed_target_id%22%3A0%7D">Glosas</a></em> n.º10), em Dezembro de 2013: uma visita verdadeiramente inspiradora! [fotografia de Tatiana Bina]</p>
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		<title>Uma improvisação&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 14:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[edward]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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