catálogo (selecção)

Arranjos

Zoroastre (2014), suíte a partir de Zoroastre de Jean-Philippe Rameau, para flauta de bisel, trompa, viola dedilhada, guitarra, dois violoncelos e contrabaixo, 20’. Estreia por Pedro Rodrigues (maestro), António Carrilho (flautas de bisel), Nuno Vaz (trompa), Júlio Guerreiro (viola dedilhada), Paulo Jorge Ferreira (acordeão), Paulo Gaio Lima (violoncelo), Marco Pereira (violoncelo) e Marc Ramirez (contrabaixo), Festival Dias da Música 2014, Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal, 04/05/2014.
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Liebestod (2014), a partir de “Liebestod” de Tristão e Isolda de Richard Wagner, para flauta de bisel, trompa, viola dedilhada, guitarra, dois violoncelos e contrabaixo, 10’30’’. Estreia por Pedro Rodrigues (maestro), António Carrilho (flautas de bisel), Nuno Vaz (trompa), Júlio Guerreiro (viola dedilhada), Paulo Jorge Ferreira (acordeão), Paulo Gaio Lima (violoncelo), Marco Pereira (violoncelo) e Marc Ramirez (contrabaixo), Festival Dias da Música 2014, Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal, 04/05/2014.

Abertura ‘A flauta mágica’ (2014), a partir da abertura d’A flauta mágica de W. A. Mozart, para flauta de bisel, trompa, viola dedilhada, guitarra, dois violoncelos e contrabaixo, 10’30’’. Estreia por Pedro Rodrigues (maestro), António Carrilho (flautas de bisel), Nuno Vaz (trompa), Júlio Guerreiro (viola dedilhada), Paulo Jorge Ferreira (acordeão), Paulo Gaio Lima (violoncelo), Marco Pereira (violoncelo) e Marc Ramirez (contrabaixo), Festival Dias da Música 2014, Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal, 04/05/2014.


Electrónica

Labirinto estelar, op. 0.17 (2009), para electrónica, 3’. Estreia na Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 14/05/2009.


Música coral

Três poemas mediúnicos de Fernando Pessoa (2012), para coro. Estreia pelo Coro Anonymus, Auditório EDP, Porto, 07/12/2013.


Música dramática

Ditirambo (2015), teatro musical sobre poema de Mário Cesariny. Estreia por Ana Barros (soprano) e Isabel Sá (piano), Festival Música em São Roque 2015, Museu de São Roque, Lisboa, 19/10/2015.

Foi a cítola temperar – breve chiste musical (2015), teatro musical sobre poema de Martim Soares. Encomenda do Ensemble MPMP. Estreia por Marina Pacheco (soprano), André Baleiro (barítono), Daniel Bolito (jogral / violino), Tatiana Rosa (flauta / flautim), Miguel Costa (requinta), Duarte Pereira Martins (piano), Tomás Moital (percussão), Catarina Távora (violoncelo), Jan Wierzba (direcção), Festival Prémio Jovens Músicos 2015, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 30/09/2015.

Monólogo de Rilhafoles, op. 53b (2015), melodrama em seis números sobre poemas de Ângelo de Lima (I. Antelóquio; II. Édane!; III. Não tinha…; IV. Messias; V. Vai, sobre o sombrio abismo…; VI. Edd’ora addio… – Mia soave!…), para barítono e piano, dedicado Ao André Baleiro, 14’ [versão reduzida do op. 53].

Monólogo de Rilhafoles, op. 53 (2015), melodrama em nove números sobre poemas de Ângelo de Lima (I. Antelóquio; II. Édane!; III. Não tinha…; IV. Epitáfio; V. Interlúdio; VI. Eu ontem vi-te…; VII. Messias; VIII. Vai, sobre o sombrio abismo…; IX. Edd’ora addio… – Mia soave!…), para barítono e piano, dedicado Ao André Baleiro, 20’.

Monólogo com ginginha, Fernando Pessoa e aguardente q. b. (2013), improviso bêbado, para saxofone ou clarinete e electrónica,  7’12”. Estreia por Mário Vinagre (clarinete), Auditório Vianna da Motta, Escola Superior de Música de Lisboa, Lisboa, Portugal, 01/12/2015.
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Manucure – delírio futurista a partir de Mário de Sá-Carneiro, op. 49 (2012), para meio-soprano, tenor, barítono e ensemble (1.1.1.1 / 1.1.1.0 / perc / 3.0.2.2.1), 16’. Estreia por Maria Luísa de Freitas (meio-soprano), Marco Alves dos Santos (tenor), Mário Redondo (barítono) e Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de João Paulo Santos e encenação de Luís Miguel Cintra, Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa, Portugal, 02/02/2012.
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Ainda não vi-te as mãos, op. 48 (2010-2011), ópera para duas sopranos, tenor, barítono e ensemble (2[fl/fl de bisel baixo].0.2[cl/sax].0 / 1.0.1.0 / 3 vozes no fosso [1 soprano e 2 tenores]) sobre libreto de Joana Guerra, 60’. Estreia por Ariana Russo (soprano), Ana Atalaya (soprano), Luís Pereira (tenor), André Baleiro (barítono) e ensemble ad hoc, com encenação de Ruben Chama e projecção de pinturas de João Bernardo Próspero, sob a direcção de Jan Wierzba, Teatro Sá da Bandeira, Santarém, 09/07/2011.
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Pandolfo e Petrarca (ou Petrarca e Romeu), op. 12 (2004-2005), ópera em quatro actos para soprano, meio-soprano, tenor, barítono, três actores, figurantes, flauta transversal e piano, sobre libreto do autor. Estreia por Ana Doce (soprano), Neide Paulo (meio-soprano), Ruben Chama (tenor), João Silva (barítono), Simão Miranda, Pedro Vaz e Martinho Cabinda (actores), Carolina Correia (flauta transversal), Edward Ayres d’Abreu (piano) e treze figurantes, Sala do Trono do Palácio Nacional de Queluz, Portugal, 19/03/2006.


Música para banda sinfónica

Pálido pálio lunar… (2016, rev. 2017), poema sinfónico para banda sinfónica, dedicada Ao compositor Cândido Lima, pela sempre gentileza e amizade, 14’. Estreia pela Banda Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de Luís Carvalho, Sala Suggia, Casa da Música, Portugal, 15/01/2017. Menção Honrosa no V Prémio Nacional de Composição.


Música para orquestra

Sinfonietta per orchestra classica, op. 52 (2013-2014), em duas partes e quatro andamentos (I. Apertura solennisima – Fiorellini notturni; II. Scherzino scheletrico – Glissandi festivi), para orquestra (2.2.2.2 / 2.2.0.0 / timp / 6.5.4.3.2), dedicada À Orquestra Metropolitana de Lisboa, no seu 23.º aniversário, 13’. Encomenda da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Estreia pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal, 14/06/2014.
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Música para voz e orquestra

Inscriptions (X) (2012), para meio-soprano, barítono e orquestra sinfónica, sobre poema de Fernando Pessoa, 8’. Estreia por Carolina Figueiredo (meio-soprano), Manuel Rebelo (barítono) e Orquestra Gulbenkian, sob a direcção de Luca Francesconi, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal, 21/09/2012.
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Música de câmara

bocejo em forma de sonho com azuis, luzes e maresia (2016), para piano a quatro mãos. Estreia absoluta por Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, Saint-Leu-la-Forêt, França, 13/11/2016. Estreia em Portugal por Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, Instituto Superior de Economia e Gestão, Lisboa, 24/11/2016. Partitura editada pelo MPMP, 2016 (ISMN 979-0-707701-22-5, Depósito Legal 417135/16). ouvir

Rouillé (d’après Francœur) (2015), para violoncelo solo. Estreia por Mariana Rosa, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Aveiro, Portugal, 13/07/2015.

Tristes lírios, op. 51 (2013, rev. 2014), para piano a quatro mãos, dedicada Ao Duarte e ao Philippe. Estreia da primeira versão por Duarte Pereira Martins e Philippe Marques (piano a quatro mãos), Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa, Portugal, 20/11/2013. Estreia da versão revista por Ana Cláudia de Assis e Luciane Cardassi (piano a quatro mãos), Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil, 29/10/2014.

Díptico nocturno, op. 50 (2012), para fagote, 5’. Encomenda da RTP – Antena 2, para o Prémio Jovens Músicos 2012.

D’après le Vocalise de Sorabji, op. 0.33 (2012), para piano a quatro mãos, dedicada Ao meu amigo Sunni Homeschandra Jagmohandas e aos pianistas Ricardo Vieira e Tomohiro Hatta. Estreia pelo MusicOrba (Ricardo Vieira e Tomohiro Hatta, piano a quatro mãos), Stein Auditorium, Habitat Center, Nova Déli, Índia, 30/10/2012.

Três epitáfios (2012), para piano. Estreia por Duarte Pereira Martins (piano), Résidence André de Gouveia, Paris, França, 06/02/2012.

In a Landscape, after John Cage, op. 36, n.º 2 (2009), para quatro violas dedilhadas, 3’35’’. Estreia pelo Quarteto de Guitarras da Escola Profissional Metropolitana, Lisboa, Portugal, 2016.
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Vulcânicas IV (Poema de Coimbra), op. 34, n.º 4 (2009), violino e piano, dedicada como Uma lembrança ao Rui Pinheiro e ao Sérgio Azevedo, 3’. Estreia por Hsu Yung Chieh (violino) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Sala Rachmaninoff, Conservatório de Moscovo P. I. Tchaikowsky, Moscovo, Rússia, 20/08/2009.
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Suíte para cães e gatos (2009), para piano a quatro mãos, 11’30’’. Estreia pelo MusicOrba (Ricardo Vieira e Tomohiro Hatta, piano a quatro mãos), Museu da Cidade de Liubliana, Eslovénia, 18/07/2012.

Rêverie (d’après des vieux cahiers), op. 0.25 (2009), para flauta transversal, fagote e piano, 2’45’’. Estreia por Miriam Cardoso (flauta transversal), João Magalhães (fagote) e Cristiana Silva (piano), Casa Fernando Pessoa, Lisboa, Portugal, 22/01/2010.

In memoriam José Franco, op. 35 (2009), para didgeridoo e piano, 6’. Estreia por Pedro Soares (didgeridoo) e Edward Ayres d’Abreu (piano), São Luiz Teatro Municipal, Lisboa, Portugal, 20/05/2009.
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Fantasia de após Vianna, op. 41 (2009), para piano a quatro mãos. Gravação por Vera Prokić, piano, para o CD Inéditos (Instituto Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, 2010).

Trechos disfémicos de paraíso, op. 24 (2008), para viola dedilhada, percussão e piano, 10’. Estreia por Fábio Boavida (viola dedilhada), André Hencleeday (percussão) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa, Portugal, 18/05/2008.
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Tríptico, op. 22 (2007), para flauta transversal e piano, 3’30’’. Estreia por Catarina Atalaia (flauta transversal) e Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.

Paisagens nocturnas [n.os 1, 2, 3, 4 e 5], op. 21 (2006-2007), para piano. Estreia parcial por Edward Ayres d’Abreu (piano), Colégio Oficinas de S. José, Lisboa, Portugal, 11/12/2008 (n.º 1) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Teatro Ibérico, Lisboa, Portugal, 10/11/2007 (n.º 4).

Due intermezzi, op. 10 (2005-2006), para flauta transversal e piano. Estreia por Catarina Atalaia (flauta transversal) e Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.

Peças breves, op. 8 [n.º 1: Pequeno sonho; n.º 2: Dança matinalÀ Prof.ª Ana Maria Geraldo –; n.º 3: Meditação; n.º 4: Caminho encontrado; n.º 5: Lamento; n.º 6: Folhas perdidas; n.º 7: Dança dos pássaros encantados; n.º 8: Ribeira de águas brandas; n.º 9: Ondas do mar; n.º 10: Noite preta; n.º 11: O lamento da vida] (?-2005), para piano. Estreia parcial por Edward Ayres d’Abreu (piano), Escola E. B. 2,3 D. Pedro IV, Queluz, Portugal, 29/04/2005 (n.os 2 e 7) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Colégio Oficinas São José, Lisboa, Portugal, 11/12/2008 (n.º 9).

Consequência imprevista, op. 0.7 (2003, rev. 2006), para piano, 0’40’’. Estreia por Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.


Música de câmara (com voz)

Com as malas feitas e tudo a bordo — paisagem lírica para quatro cantores e quatro guitarras (2015), para quarteto vocal SATB e quatro guitarras. Estreia pelo Grupo Vocal Olisipo e pelo Paris Guitar Quartet, Salle Lino Ventura, Athis-Mons, França, 15/10/2016.

Parque de estrelas, vento e memórias (2012), para ensemble (1.0.1.0 / 0.0.0.0 / meio-soprano / perc / hrp / pn / 1.0.1.1.0). Estreia pelo Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, sob a direcção de Pedro Neves, Salão Nobre do Conservatório Nacional, Lisboa, Portugal, 26/05/2012.

Quadras e cinismos, op. 0.28 (2010), para soprano e piano, a partir de Mário de Sá-Carneiro e Cesário Verde, dedicada À Joana Amaro, 3’. Estreia por Joana Amaro (soprano) e Elisa Bellanger (piano), Conservatoire à Rayonnement Régional de Rennes, França, 10/06/2010.

Sol poente, op. 0.4b (2010), para flauta transversal, soprano e piano, sobre poema de Florbela Espanca. Estreia por Ana Atalaya (soprano), Catarina Atalaia (flauta transversal) e Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.

Vulcânicas III, op. 34, n.º 3 (2009), para meio-soprano e piano, sobre texto de Bernardo Soares. Estreia por Cátia Moreso (meio-soprano) e Edward Pick (piano), Guildhall School of Music & Drama, Londres, Reino Unido, 25/05/2009.
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Exílio, op. 0.15 (2009), para soprano e piano, sobre poema de Eugénio de Andrade, 1’. Estreia por Ana Atalaya (soprano) e Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.

Díptico, op. 31 (2008), para soprano ou meio-soprano e piano, sobre poemas de Manuel Alegre, 3’. Estreia por Marta Fonseca (soprano) e Iryna Brazhnik (piano), São Luiz Teatro Municipal, Lisboa, Portugal, 21/05/2009.
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Triste cantiga de amor, op. 0.9 (2006), para soprano e piano, sobre poema de António Botto, 1’30’’. Estreia por Ana Atalaya (soprano) e Duarte Pereira Martins (piano), Club Setubalense, Setúbal, Portugal, 11/04/2010.

Canções, op. 1 [n.º1: Eu não sou de ninguém…; n.º 2: Vim!] (2004), para soprano e piano, sobre poemas de Florbela Espanca e Ferdinando Gabriel. Estreia por Ana Henriques (soprano) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Escola E. B. 2,3 D. Pedro IV, Queluz, Portugal, 29/04/2005.


Música e imagem

Alegria do lar (2013) [música para a curta-metragem homónima sob a realização de Ana Isabel Martins], para acordeão e piano. Gravação por José Valente (acordeão) e Edward Ayres d’Abreu (piano). Estreia no Athens International Digital Film Festival, Sala Antonis Tritsis, Atenas, Grécia, 03/09/2013.

Interlúdio (2012) [música para a curta-metragem homónima sob a realização de João Dias e Nuno Filipe Cabral], para oito músicos (1.0.1[sax].0 / 1.0.0.0 / soprano / pn a quatro mãos / acrd / 0.0.0.1.0). Gravação e manipulação electrónica com a colaboração de Daniel Neves e com a participação de Ana Tomás (soprano), Tatiana Rosa (flauta transversal), Ana Raquel Martins (saxofone), Nuno Caetano (trompa), Isa Antunes, Philippe Marques e Edward Ayres d’Abreu (piano e piano a quatro mãos), José Valente (acordeão) e Catarina Távora (violoncelo). Estreia no Cinema São Jorge, Lisboa, Portugal, 06/11/2012.
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Rubro breve – Branco breve, op. 0.33 (2011), para flauta transversal, soprano e projecção de imagem, sobre fotografia de Inês Velez e pintura de João Bernardo Próspero. Estreia por Ana Atalaya (soprano) e Catarina Atalaia (flauta transversal), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 24/05/2011.

O dia do desassossego, op. 47 (2010) [música para a curta-metragem homónima sob a realização de Ricardo Filipe Feio], para saxofone e piano, 10’. Gravação por João Andrade Nunes (saxofone) e Edward Ayres d’Abreu (piano). Estreia com música ao vivo por João Andrade Nunes (saxofone) e Edward Ayres d’Abreu (piano), Escola Superior de Teatro e Cinema, Amadora, Portugal, 23/02/2011.

Monsaraz, op. 44 (2010), improviso para recitante, soprano, flauta, didgeridoo e projecção de imagem, sobre poemas de Eugénio de Andrade. Estreia por Ruben Chama (recitante), Ana Atalaya (soprano), Catarina Atalaia (flauta transversal) e Pedro Soares (didgeridoo), Fonoteca Municipal de Lisboa, 22/04/2010.

Miniaturas, op. 0.31 [n.º1: Paisagem de segrel; n.º 2: Poeira-rosmaninho] (2010), para flauta transversal, soprano e projecção de imagem, sobre textos de Dom Diniz, imagens de Inês Velez e Natya d’Avelino. Estreia por Ana Atalaya (soprano) e Catarina Atalaia (flauta transversal), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 22/04/2010.

Voyage (d’après des vieux cahiers), op. 0.26 (2009), para flauta transversal, oboé, saxofone contralto e curta-metragem. Estreia por Entre Madeiras Trio (Miriam Cardoso, flauta transversal; Filipe Branco, oboé; João Andrade Nunes, saxofone), Casa Fernando Pessoa, Lisboa, Portugal, 22/01/2010.
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In memoriam Bernardo Soares, op. 37 (2009), para quarteto vocal SATB e projecção de imagem [para as curtas-metragens O nascimento; Ética, não Estética; e Novo Mundo de André Caieta], 12’30’’. Estreia por Ana Atalaya (soprano), Elsa Gomes (contralto), Rui Aleixo (tenor) e Tiago Lopes (barítono), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 14/05/2009.

In a Landscape, after John Cage, op. 36, n.º 3 (2009), para saxofone e projecção de imagem [curta-metragem O passeio de André Caieta], 3’45’’. Estreia por João Andrade Nunes (saxofone), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 07/05/2009.
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In a Landscape, after John Cage, op. 36, n.º 1 (2009), para duas violas dedilhadas, electrónica e projecção de imagem, sobre narrativa fotográfica do autor, 8’30’’. Estreia por Isabel Bogalho e Pedro Silva (violas dedilhadas), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 07/05/2009.
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Sinais, op. 26b (2009), para flauta transversal e projecção de imagem, 10’. Estreia por Tatiana Rosa (flauta transversal), Fonoteca Municipal de Lisboa, Lisboa, Portugal, 07/05/2009.

Sinais, op. 26 (2008), para fagote e projecção de imagem, 10’. Estreia por Daniel Faria (fagote), Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa, Portugal, 17/05/2008.

Tragicomédia para fagote e tinta-da-china, op. 27 (2008), para fagote e projecção de imagem, 7’. Estreia por Daniel Faria (fagote), Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa, Portugal, 18/05/2008.

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